Mostrar mensagens com a etiqueta desencontros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta desencontros. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Deambulando...

Os que mais amamos são também os que nos vêem mais vezes sem maquilhagem. :)

E nem sempre é fácil fazê-lo. Nem sempre o fazemos com carinho. Na maioria das vezes, não o duvido, a intenção é essa. Mas na prática, muitas coisas saem tortas.

Porquê? Não sei. Talvez conheçamos mesmo aquela pessoa melhor do que ela julga que conhecemos. Talvez a vejamos com olhos de passado, sem reconhecer o quão diferente está no presente. Talvez não tenhamos, pura e simplesmente, paciência. Qualquer uma das três é viável. As três juntas.... muito mais viável! :) E não há qualquer paradoxo nisto.

A verdade é que, por vezes, as pessoas saem magoadas. Uma questão de espelho? Absolutamente! Necessidade de nos pormos em causa? Completamente. Falta de aceitação? Também. Aceitar que o outro só irá até onde estiver disposto a ir? Independentemente do quão dispostos nós estejamos? E coragem e humildade para ir onde queremos, apesar do outro - na nossa opinião - dar menos passos? São desafios? Nem sempre ultrapassados. E daí a necessidade de mais e mais desafios. :) O Universo tem tempo.... :)

Quanto ao resto, respirar enquanto fazemos o que conseguimos do trabalhinho e deixamos as feridas sarar.

Ah, e o mais importante, a frase favorita da minha filha: "não importa o quanto eu me zangue contigo, o amor está sempre no coração".
Que frase maravilhosa!

sexta-feira, outubro 31, 2008

Desencontros

Conheço-a há uns 3 ou 4 anos.
Ao vivo, vimo-nos cerca de 4 vezes, imagino, apesar de só me conseguir recordar de 3.
Antes disso, ouvia falar dela com frequência, por intermédio de amigos comuns. A empatia, foi à primeira vista, e total.
Trocámos nºs de telefone e mails.
Em ciberconversas partilhámos sonhos, confidências, desilusões. Criámos projectos que nunca se concretizaram, mas nos quais continuamos a colocar um pouco de energia.

Estranhamente, faz parte daquele círculo de pessoas de quem a minha alma se encontra mais próxima.

Tentámos muitas e muitas vezes encontrarmo-nos. Mas... uma de nós estava doente, a viagem não se concretizava, o trabalho não permitia sair mais cedo.
"Voltaremos a tentar!"

Inesperadamente, consigo um fim de semana para ir lá. Envio-lhe a mensagem surpresa.
- Tomamos café, no sábado, depois do almoço?
Responde-me:
- Este fim de semana vou para aí, ver um concerto. Regresso no domingo.
É quando eu volto de lá.

Há coisas que não têm de acontecer...