terça-feira, fevereiro 10, 2009

Tal como a Laidita...

O Selo da Lita! :)


Esta imagem belíssima e tão inspiradora foi um presente da Metade da Laranja! Fiquei maravilhada, comovida e feliz!!!
Obrigada, querida! Que a vida te traga tantas coisas lindas como aquelas que ofereces aos outros!

Faculdade de Ciências Médicas...

Não me recordo o nome da festa.
Recordo-me que, no carro do V., existiam imensas garrafas de vodka que tinham sobrado das férias na Areia Branca. Recordo-me que ficámos no jardim do Campo Santana a saborear Vodka com laranja, antes de entrar. Recordo-me que eu e a Sayuri queríamos dançar espanholada, tal era a alegria alcoólica.

Quando entrei já levava aquele característico sorriso estúpido na cara.
A noite foi estupenda. Entre o cravar bebidas no bar, dançar que nem loucas e meter conversa com toda a gente, todos pareciam adorar-nos. O problema foi que nós também adorámos aquela Faculdade cheia de gente simpática, divertida e que parecia tão bem disposta. Gostámos tanto que fomos ficando,e pedindo mais musicas, e ficando,e ficando.

E a festa acabou e eles começaram a arrumar a sala... e nós lá. E eles a tirar as mesas que faziam de bar... e nós lá! E eles começaram a pedir-nos para sair... primeiro de uma forma simpática, depois um pouco mais assertivo-agressivo e finalmente imploravam-nos que nos fossemos embora.

E foi quase à saída o momento zen da Lita. Por motivos de força maior, hoje esta história já não me faz rir, mas na altura teve a sua piada. Um rapaz da Tuna, com quem já tinha conversado nessa noite, diz-me:
- Psicologia, não é? Conheces o professor X?
E eu:
- Esse? Odeio-o, é o gajo mais asqueroso que por lá anda. Tem a mania que é melhor que todos, arrogante, vaidoso, a mania de falar em inglês nas aulas, apesar de ser tão português como eu! Um verdadeiro idiota! Porquê?
- Ah... é o meu pai.

E eu literalmente escondi-me atrás da BC., envergonhadíssima e a rir desalmadamente, enquanto ele sorria e dizia estar habituado a tais comentários...

Like a rolling stone...

Bom dia!

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Partir o copo 2

Ok, eu ponho...:)
Ao longo do dia tive alguns mails e perguntas via msn. Todas elas se prendiam com a questão: o que aconteceu depois dele partir o copo? Por isso, para quem não leu o livro, aqui fica...

"O barulho do vidro a quebrar-se chamou a atenção de todos. Ao contrário de disfarçar o gesto com algum pedido de desculpas, ele olhava-me a sorrir - e eu sorria para ele.
- Não tem importância - gritou o rapaz que atendia às mesas.
Mas ele não ouviu. Tinha-se levantado, agarrara-me os cabelos e beijava-me.

Eu também o agarrei pelos cabelos, o abracei com toda a força, mordi os seus lábios, senti a sua língua dentro da minha boca. Era um beijo pelo qual tinha esperado muito - que tinha nascido junto aos rios da nossa infância, quando ainda não compreendíamos o significado do amor. Um beijo que ficou suspenso no ar quando crescemos, que viajou pelo mundo através da lembrança de uma medalha, que ficou escondido atrás de um monte de livros de estudo para um emprego público. Um beijo que se perdeu tantas vezes e que agora tinha sido encontrado. Naquele minutos de beijo estavam anos de buscas, de desilusões, de sonhos impossíveis.

Eu beijei-o com força. As poucas pessoas que estavam naquele bar devem ter olhado e pensado ver apenas um beijo. Não sabiam que naquele minuto de beijo estava o resumo da minha vida, da vida dele, da vida de qualquer pessoa que espera, sonha e busca o seu caminho debaixo do sol.

Naquele minuto de beijo estavam todos os momentos de alegria que vivi."

Será que...

... esta sensação de dia tranquilo e este bem-estar que sinto está relacionado com a belíssima máquina de café que nos apareceu aqui no trabalho????? E de onde está a sair uma deliciosa bebida escura e amarga, com aquele odor divinal????
Não sei...
Mas que interfere, interfere... :)

Amigo Gualter...

... cada vez que me lembro que te liguei o ano passado, neste dia, e estavas de férias nas Caraíbas, só me apetece bater-te!!!!
De qualquer maneira...
PARABÉNS!!!!!!!!!

domingo, fevereiro 08, 2009

Partir o copo

A conversa com a H. foi longa. Há muito que não nos partilhávamos assim. Falámos de almas gémeas, de amores diferentes, de eternidade, de aceitação. Falámos de medo e de dor, de alegria e de sentir.
Lia ela agora um livro que me veio parar às mãos, há muitos anos, pela minha linda Dinamene, que mo ofereceu num momento de impulsividade. Chamava-me Brida, porque havia uma personagem de um livro que queria ser bruxa, e eu chamava-lhe Britta, porque existia outra que ia correr mundo.

O livro esteve anos na minha mesa de cabeceira. Por vezes relia-o, outras vezes bastava-me abrir uma página e ler um trecho. Não é um livro extraordinário. Para mim, foi. É uma história de amor, entre um seminarista e a namorada de infância, contada bem ao estilo do Paulo Coelho.

A determinada altura, ela pede-lhe no meio de um restaurante, que parta um copo de propósito.

"É um ritual de passagem, como tu mesmo dizes - tive vontade de dizer - É o proibido. Copos não se partem de propósito. Quando entramos em restaurantes ou nas nossas casas, temos cuidado para que os copos não fiquem na borda das coisas. O nosso universo exige que tomemos cuidado para que os copos não caiam no chão. No entanto, quando os partimos sem querer, vamos que não foi tão grave assim. O empregado diz 'não tem importância' e nunca vi os copos partidos serem incluídos na conta do restaurante. (...) Porque, os nossos pais ensinaram-nos a ter cuidado com os copos e com os corpos. Ensinaram-nos que as paixões de infância são impossíveis, que não devemos afastar os homens do sacerdócio, que as pessoas não fazem milagres e que ninguém vai em viagem sem saber para onde vai.
Parte esse copo, por favor - e liberta-nos de todos esses malditos conceitos, essa mania que se tem de explicar tudo e só fazer aquilo que os outros aprovam.

(...) Ele fixou os seus olhos nos meus. Depois, devagar, deslizou a sua mão pelo tampo da mesa, até tocá-lo. Num movimento rápido, empurrou-o para o chão."

E vocês? Têm partido os vossos "copos"? How does it feel? :)

O prometido é devido

A minha filhota apaixonou-se por esta música.
E como hoje o meu estado de espírito está tal e qual... aqui fica!:)
Um beijinho! Boa continuação de domingo...



Naquele trilho secreto
Com palavras santo e senha
Eu fui lingua e tu dialecto
Eu fui lume e tu foste lenha

Fomos guerras e aliancas
Tratados de paz e péssangas
Fomos sardas pele e trancas
Popeline seda e ganga

Recordo aquele acordo
Bem claro e assumido
Eu trepava um eucalipto
E tu tiravas o vestido

Dessa vez tu nao cumpriste
E faltaste ao prometido
Eu fiquei sentido e triste
Olha que isso nao se faz
Disseste que se eu fosse audaz
Tu tiravas o vestido
O prometido é devido

Rompi eu as minhas calcas
Esfolei maos e joelhos
E tu reduziste o acordo
A um montao de cacos velhos

Eu que vinha de tao longe
( do outro lado da rua )
Fazia o que tu quisesses
Só para te poder ver nua

Quero ja os almanaques
Do fantasma e do patinhas
Os falcões e os mandrakes
Tao cedo nao teras novas minhas

A Rainha das gaffes...

Para quem a segue, já sabe quem é. Este post é dedicado à minha querida amiga Kayla. Pois é, esta rapariga tem um dom... o dom de dizer as coisas mais estapafurdias nas piores alturas... lol

Nem se dá conta, quando damos por ela, puff, está a despejar tudo cá para fora sem a mínima noção daquilo que está a dizer. Podia contar-vos mil e uma coisas, mas vou contar-vos uma que se passou há relativamente pouco tempo.

Há uns tempos atrás fui ao Algarve, passar uns dias a casa dela e matar saudades dos amigos. Numa noite, encontrámo-nos com dois deles e acabámos no jardim, numa feira qualquer, a beber uns copos e conversar. Como acontece com quem tem histórias antigas em comum, a conversa começou a girar à volta dos Verões fenomenais que passávamos juntos.

Falávamos do facto de eu, a Kayla e a Xana, quando estávamos sozinhas em casa, termos mais lucro no quiosque da minha avó, do que a própria, ou os meus pais. Completamente imbuída pelo espírito revivalista, começa a Kayla:
- Vocês nem sabem o que eu descobri acerca disso... é claro que fazíamos mais dinheiro. Chamávamos os gajos todos e nem dávamos conta.

Abri-lhe ligeiramente os olhos, mas a minha amiga ria desalmadamente, enquanto continuava.
- Pois, vocês lembram-se que o quiosque ficava ligeiramente subido?
- hum, hum... - diziam eles.
- Então não é que nós ficávamos com as coxas mesmo ao nível dos olhos das pessoas. - continuava a minha amiguinha, sem se dar conta dos meus olhos a revirar e da caipirinha a ser emborcada mais rapidamente do que o normal.

- Mais. - continuou ela. - Depois aquilo também era baixinho e mal de via a nossa cara. Mas as mamas...
Foi quando eu baixei a cara e entornei a caipirinha pela goela abaixo. Mas a Kayla, nada satisfeita, continuou:
- Rabos e mamas por todo o lado. E andávamos ingenuamente de biquíni o dia todo.
Eles riram e pouco falaram. Eu menos ainda.
E a conversa continuou.

Vínhamos já para casa quando ela me diz:
- Estavas tão calada, esta noite...
- Pudera!
- Então?
- Kayla, aquela conversa dos biquínis...
- O que e que tem?
- Kayla, quando é que nós os conhecemos? Quem é que lá ia todos os dias?
E eis que a minha rainha das gaffes me abre os olhos e fica vermelha que nem um tomate.
- Achas que...?
- Kayla, porque é que achas que eles mal abriram a boca? Aquilo que tu tão bem descreveste, deve ter sido o que eles pensaram durante anos... estiveste a explicar aos meninos o que eles viam quando iam para lá ter connosco.

E rimos que nem perdidas até chegar a casa.

sábado, fevereiro 07, 2009

I don't know how to love him

Numa onda BEM mais calma que o post de ontem (lol), deixo uma música fenomenalmente cantada por Ivone Elliman, em Jesus Christ Superstar, que me habituei a ouvir em criança.

Desafio

Como o post anterior me tirou a criatividade, vou colocar aqui o desafio que a Salto-Alto me fez, e a uma série de gente, sobre o livro, pág. 161.

1. Abrir um livro ao acaso na página 161, ir até à linha 5 e colocar essa frase no blog.

2. Passar para outros bloguistas (número de bloguers não especificado).

Livro que ando a ler: Brisingr, Christopher Paulini - sim, eu ADORO fantasia!!!!!

"Ficaram ambos empoleirados na paliçada, como dois estranhos pássaros, imóveis e ofegantes, enquanto o guarda circulava por baixo deles, balançando a lanterna em busca de intrusos."

LOL! Frase mais estranha!

Não vou passar este a ninguém. Quem quiser, força!
E agora, como o resto do pessoal dos blogs, ao que parece, vou fazer limpezas!!!

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

A humilhação total!!!!!

OK, a Kayla desafiou-me... e, sabe deus porquê, eu aceitei!!!!!LOL

Antes do mais eu quero dizer-vos que ISTO tem uma explicação. Eu não sou maluca (não tanto, pelo menos...)E, apesar de eu - e a Kayla!!!!!! - estarmos ali metidas ao barulho, aos gritos,continua a haver uma explicação!!!! Eles são nossos amigos!!!!! ;)

E prometo que amanhã voltarei a colocar aqui coisas dignas deste blog. Talvez não tão divertidas, mas mais dignas...



PS. Não aconselho a audição a pessoas sensiveis!!!!
PS2. Eu não gosto realmente desta música... :)
PS3. Amigos,se virem isto, sabem que foi mesmo por vós que estive aí... e repetiria as vezes necessárias!!!!
PS4. Durante alguns anos fui gruppie desta banda... mas isso também tem uma explicação...

E agora a letra... na verdade eu não sabia bem a letra. Tirei um bocadinho, por ouvido, e parei a meio... perceberão porquê!!!!


Cemitérios
(ok... se alguém me puder ajudar a interpretar esta letra... é demasiado profunda para conseguir expressá-la devidamente...)


Cemitérios em chamas

mortos a correr
comem fogo dos ossos
vamos todos morrer

Satanás aparece
rodeado por chamas
em cima de uma campa
com uma gaja sem mamas

cemitérios
ya ya ya
uh

Se tirarem daí a caveira...




You Are a Playwright



You are a highly literate wordsmith. You love both reading and writing.

You are also a natural storyteller. You can turn a mediocre anecdote into a riveting tale.



You find people and all aspects of life fascinating. No topic is off limits for you.

In modern times, you would make a good filmmaker or novelist.

...

"Por mais que eu queira perceber como pensas, sempre que tento pensar como tu, acabo a pensar como eu."
...

Da Beleza

E um poeta disse, "Fala-nos da Beleza."

E ele respondeu:
"Onde podereis procurar a beleza, e onde a encontrareis, a menos que ela própria cruze o vosso caminho e vos guie?
E como falareis dela a não ser que ela seja o artífice dos vossos discursos?"

O humilhado e o ofendido dizem,
"A beleza é compassiva e gentil. Tal como uma mãe tímida da sua própria glória, caminha entre nós."


E o apaixonado diz
"Não, a beleza é coisa de poder e temor. Tal como a tempestade, ela abala a a terra sob nós e o céu por cima de nós."


Os cansados e exaustos dizem,
"A beleza consiste em suaves murmúrios. Fala no nosso espírito. A sua voz ouve-se nos nossos silêncios como uma ténue luz que estremece com medo da sombra."


Mas o inquieto diz,
"Já a ouvimos gritar nas montanhas, e com o seus gritos ouviu-se o som dos passos, o bater das asas e o rugir dos leões."


À noite, os guardiães da cidade dizem,
"A beleza virá com a aurora do poente."


E ao meio dia os caminhantes dizem,
"Vimo-la debruçada sobre a terra nas janelas do pôr do sol."


No inverno dizem os que recolhem a neve,
"Ela virá com a primavera, saltando pelas colinas."


E no verão os ceifeiros dizem,
"Vimo-la dançar com as folhas do Outono e tinha pedaços de neve no cabelo."


"Todas estas coisas dissestes da beleza, no entanto, na verdade, não falastes dela mas de necessidades insatisfeitas, e a beleza não é uma necessidade mas um êxtase. Não é uma boca com sede nem uma mão vazia estendida, mas antes um coração inflamado e uma alma encantada. Não é a imagem que verieis nem o som que ouvirieis, mas antes uma imagem
que vedes embora fecheis os olhos, e uma canção que ouvis, embora tapeis os ouvidos. Não é nem a seiva na casca enrugada, nem a asa presa por uma garra, mas antes um jardim sempre em flor e um grupo de anjos sempre a voar. Povo de Orfalés, a beleza é a vida quando a vida desvenda o seu rosto sagrado.
Mas vós sois a vida e sois o véu.
A beleza é a eternidade a olhar-se ao espelho.
Mas vós sois a eternidade e o espelho."


Kahlil Gibran
OProfeta

Para a Neptuna...

Porque há medo. Noites escuras. Passos incertos. Mas chega! É o tempo de escolheres a vida! É o tempo de te escolheres a ti! É este o tempo em que podes permitir-te acreditar...
Vai em frente, amiga! Eu vou estar aqui a aplaudir-te, a vibrar por ti! Eu já estou aqui a vibrar de alegria!!!!
Gosto muito, muito de ti!!!
Obrigada tanto, por seres quem és!





Vai caminhando desamarrado
Dos nós e laços que o mundo faz
Vai abraçando o desenlear
De outros abraços que a vida dá

Vai-te encontrando na água e no lume
Na terra quente até perder
O medo, o medo levanta muros
E ergue bandeiras pra nos deter

Não percas tempo,
O tempo corre
Só quando dói é devagar
E dá-te ao vento
Como um veleiro
Solto no mais alto mar

Liberta o grito que trazes dentro
E a coragem e o amor
Mesmo que seja só um momento
Mesmo que traga alguma dor
Só isso faz brilhar o lume
Que hás-de levar até ao fim
E esse lume já ninguém pode
Nunca apagar dentro de ti

Não percas tempo
O tempo corre
Só quando dói é devagar
E dá-te ao vento
Como um veleiro
Solto no mais alto mar

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Hmmmmm


Digam lá que isto agora não marchava?????
Opá, é que ia já!!!!
:)

Instantes muito mágicos

- Olá, filha da praia. Posso aproximar-me? - conquistou-me de imediato, mesmo antes de olhar para cima e o ver. Sabia que era o rapaz que tinha estado a olhar para mim e que já tinha levado com o olhar maléfico nº 39. No entanto, aquela frase trouxe-me brisas de maresia, fogueiras nocturnas, risos descontrolados e luas cheias divinais. Ele conhecia-me.

Olhei. Não vi qualquer semelhança com ninguém que pudesse ter visto antes. Um homem alto, cabelos escuros, olhos azuis. Talvez tivesse a minha idade...

- Conheces-me. - afirmei.
Ele riu.
- Muito bem. Pelo menos, conheci. Praia de Faro, quiosque, Waterfront. Diz-te alguma coisa?
Fui eu que me ri desta vez.
- Diz-me tudo. - respondi. - Agora por favor diz-me que não me conheceste bêbeda a pedir-te cerveja...

Não era o caso. Era surfista, naqueles tempos. Frequentava a praia na mesma proximidade. Frequentava os mesmos bares e a mesma discoteca. Não os mesmos amigos.

Mas sabia quem eu era. Sabia quem eram os meus amigos. Que eu abria a discoteca todas as sextas e sábados. Que bebia ginginha ou tuborg. Que jogava King nas mesas de madeira dos Arcos. Quem eram as minhas duas amigas. Que representávamos sempre uma dança no "Losing my religion", dos REM. Que pedíamos Pixies todos os dias.

Rimos muito naquela conversa.
- Olha lá, Miguel. - era o nome dele. - Mas como é que te lembras tão bem, como é que me reconheceste? Porque é que eu não me lembro de ti?
- Bem... eu costumava olhar para ti... mas só de longe! - respondeu com um sorriso. - Acho que nunca olhaste para mim. Dançavas completamente vidrada, de olhos postos num gajo que por lá andava...

Dei uma gargalhada. Ele conhecia-me mesmo, bolas!!!!!

Não trocámos números de telefone, nem mails, nem nada que o valha. Foi um não acaso, um momento mágico, uma conversa interessante. É engraçado como podemos ter impacto na vida de alguém sem nunca nada ter feito por isso...

Ainda estou um bocado estupefacta... :)

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Eu, ele e a Marta - take 3

Esta história já foi aqui referida vezes e vezes sem conta, ao longo dos meus posts, aqui, aqui, e proavelmente ao longo das muitas palavras que por aqui escrevo. Há situações que nos marcam.


Ele foi o ponto mais alto das minhas paixões desenfreadas!!!!